A população estimada do Brasil alcançou 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho de 2026, segundo o estudo Estimativas da População. O levantamento indica que o crescimento populacional do país segue em desaceleração.

Entre 2025 e 2026, a população brasileira cresceu 0,37%. O índice ficou abaixo da expansão registrada no período de 2024 a 2025, quando o aumento foi de 0,39%.

O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de habitantes, ou 41,6% do total. O Nordeste reúne 57,4 milhões de pessoas, equivalente a 26,8%, enquanto o Sul tem 31,5 milhões, o Norte, 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, 17,4 milhões.

Entre os estados mais populosos, São Paulo aparece em primeiro lugar, com 46,1 milhões de habitantes, o equivalente a 21,6% da população brasileira. Minas Gerais tem 21,5 milhões de pessoas, e o Rio de Janeiro, 17,2 milhões.

As três unidades da Federação com menor população estão na Região Norte. O Acre tem 887,8 mil habitantes, o Amapá soma 809,9 mil, e Roraima tem população estimada em 761 mil pessoas.

São Paulo também lidera entre os municípios mais populosos, com 11.911.337 habitantes. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, com 6.731.133; Brasília, com 3.009.996; Fortaleza, com 2.582.360; e Salvador, com 2.559.945. Juntas, as cinco cidades reúnem 26.794.771 pessoas.

Os cinco municípios menos populosos são Serra da Saudade (MG), com 857 habitantes; Anhanguera (GO), com 906; Borá (SP), com 935; Araguainha (MT), com 989; e Nova Castilho (SP), com 1.070 moradores.

Quatro em cada dez municípios brasileiros, ou 44,3% do total, têm até 10 mil habitantes. Essas 2.467 cidades concentram 12,8 milhões de pessoas, correspondentes a 6% da população do país.

As 27 capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o equivalente a 23,1% da população. Boa Vista registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais, com alta de 3,2% no período de 2025 a 2026. Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte tiveram redução nas estimativas.

Entre os estados, as maiores taxas de crescimento foram observadas em Roraima, com 3,01%; Santa Catarina, com 1,54%; e Mato Grosso, com 1,46%. As menores taxas foram registradas no Rio de Janeiro e em Alagoas, ambos com 0,01%, e no Rio Grande do Sul, com 0,00%.